Não-Objeto Espacial

Local Escolhido:

Escolhemos fazer a intervenção no castelo do payground do Parque Municipal.     



O castelo foi quase que eleito objeto de trabalho por escolha unânime. Todos gostaram de como ele interage com o espaço e com as pessoas. É uma estrutura que apesar de ser para o público infantil, chama a atenção de qualquer pessoa que passe pelo local.


Projeto inicial do não-objeto:

Discutimos em grupo várias ideias para o não-objeto, como ele seria, quais materiais utilizaríamos. Queríamos algo que fosse chamativo para as crianças e também para adultos, que pudesser ser posicionado de diferentes formas. Utilizaríamos tubo de plástico, papel celofane, papelão e velcro.


                


 


Testes e Montagem

Fomos ao parque para realizar testes, ver quais peças funcionavam, quais não eram tão boas. Concluímos que o papel espelhado/prateado era o que mais se destacava no brinquedo. Por funcionar como um espelho orgânico, ele trazia o parque para dentro do castelo de forma dinâmica e fragmentada, sendo esse efeito o destaque principal para nosso não-objeto. Ao final, decidimos usar ímã, papelão e o papel espelhado. Abortamos a ideia do velcro, dos  tubos e do celofane.










O Não-Obejo

Nos dias 13 e 16 de Novembro realizamos a entrega final do não-objeto. Nosso trabalho foi voltado para o público infantil, uma vez que é o grupo dominante no playground. Os resultados foram extremamente satisfatórios, as crianças interagiram de diversas formas diferentes com o não-objeto, dando vida a ele.









                         

































          

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